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Aborto e as eleições: Dilma e Serra

4 de Outubro de 2010

O que se viu nas eleições até o momento foi muito baseado em preconceitos e idéias não muito claras de assuntos importantes como aborto.

São temas polêmicos, sim e muitas vezes baseados em questões religiosas. Eu como mulher e eleitora da Dilma, não posso falar pela candidata, mas posso falar por mim.

O aborto é sim previsto por lei em casos como estupro ou por oferecer o risco de morte da mãe e por isso precisa sim, ter atendimento pelo sistema único de saúde.

Quero lembrá-los que o aborto provocado pelas mulheres em uma gravidez indesejada, causam mortes de muitas mulheres nas mãos de médicos em clínicas clandestinas, além de ressaltar o grande sofrimento para a criança abortada.

Os números de aborto no Brasil são alarmantes!

Segundo o documento Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher, publicado pelo Ministério da Saúde em março de 2004, no Brasil 31% de gestações terminam em aborto. Anualmente, ocorrem no país aproximadamente 1,4 milhão de abortamentos, entre espontâneos e inseguros, com uma taxa de 3,7 abortos para 100 mulheres de 15 a 49 anos.
Ainda segundo o documento, em 2002 foram registrados 53,77 óbitos maternos por 100 mil nascidos vivos, devido a complicações na gestação, no parto ou no puerpério (período de 42 dias após o parto). Entre as principais causas dessas mortes, destacam-se a hipertensão (13,3%), hemorragia (7,6%), infecção puerperal (3,9%) e aborto (2,7%). No entanto, o documento faz uma importante ressalva: para a Área Técnica de Saúde da Mulher, os casos de mortes por abortamento podem ter sido maiores, já que muitas vezes as complicações decorrentes do aborto são registradas como hemorragias e infecções, o que pode camuflar as estatísticas do abortamento.

Minha opinião: Isso é sim um problema de saúde pública e deve ser olhada por nossos governantes de forma crítica.

Fala-se muito de aborto, poucas vezes, porém, se fala de suas complicações, seus danos e conseqüências para a mãe, criança, família e sociedade. Por essa razão, apresento essas informações para reflexão.

Para a mãe:
– Perfuração do útero 
– Hemorragias uterinas 
– Danos causados às trompas por possível infecção pós-aborto, causando infertilidade (em 18 % das pacientes).
– queda na autoestima pessoal pela destruição do próprio filho;
– frigidez (perda do desejo sexual);
– aversão ao marido ou ao amante;
– culpabilidade ou frustração de seu instinto materno;
– desordens nervosas, insônia, neuroses diversas;
– doenças psicossomáticas;
– depressões;
Para a criança abortada:
– dores intensas (o feto é sensível à dor);
– morte violenta;
– aborto de crianças vivas que se deixam morrer.
– abortos de repetição no primeiro e no segundo trimestre de gravidez;
– partos prematuros;
– nascimento prematuro, através de cesariana, para salvar a vida da mãe e da criança. Trinta e três por cento de abortos são abortos em que as crianças nascem em posição invertida (de nádegas).
– parto difícil, contrações prolongadas;
– Gravidez ectópica (fora do lugar) nas trompas, podendo ser fatal para a mãe – para o feto o é sempre – (a gravidez ectópica, nas trompas, é oito vezes mais frequente depois de aborto provocado;
– malformações congênitas provocadas por uma placenta imperfeita;
– morte perinatal por prematuridade extra-uterina (50% morrem no primeiro mês de gravidez);
– os prematuros que sobrevivem com freqüência são excepcionais (paralisia cerebral, disfunções neurológicas etc.).
– atraso mental por causa de uma malformação durante a gravidez, ou nascimento prematuro.

Sobre os demais membros da família:

– problemas imediatos com os demais filhos por causa da animosidade que a mãe sofre. Agressividade – fuga do lar – dos filhos, medo destes de que os pais se separem, sensação de que a mãe somente pensa em si. 

Sobre o pessoal médico envolvido:

– estados patológicos que se manifestam em diversas formas de angústia, sentimento de culpa, depressão, tanto nos médicos quanto no pessoal auxiliar, por causa da violência contra a consciência.
Os abortos desmoralizam profissionalmente o pessoal médico envolvido, porque a profissão do médico é a de salvar a vida, não de destruí-la.
– sobre os médicos que praticam o aborto fora de um centro autorizado: correm o perigo de serem denunciados. Todos, em geral, estão sujeitos a denúncias por descuidos ou negligências na prática do aborto.
Sobre os médicos e o pessoal de saúde envolvidos em abortos legais:
– possibilidade de perda de emprego se negarem a praticar aborto por questão de consciência;
– possibilidade de sobrecarga de trabalho, por causa do aumento do número de abortos. 

 Sobre a sociedade em geral:
1. Sobrecarga fiscal sobre os cidadãos que pagam impostos:
– aborto pago pela previdência social;
– preço pago por crianças que nascem com defeitos em conseqüência de abortos provocados.
2. Relaxamento das responsabilidades específicas da paternidade e da maternidade; o aborto, com freqüência, substitui o anticoncepcional.
3. Tendência ao aumento de todo tipo de violência, sobretudo contra os mais fracos. Conseqüência: infanticídio e eutanásia.
4. Aumento das doenças psicológicas no âmbito de um setor importante para a sociedade, particularmente entre as mulheres de idade madura e entre os jovens.
5. Aumento considerável do número de pessoas com defeitos físicos ou psíquicos, com todas as conseqüências que isso significa para a sociedade em geral.

Minha opinião: Como podemos ver não é um assunto fácil de ser resolvido, mas que precisamos estar atentos para que nossos governantes tenham políticas públicas que atendam às necessidades da população.

O melhor sempre é a prevenção, com educação e políticas públicas de controle de natalidade ou prevenção de gravidez indesejada, mas abortos sempre irão ocorrer e por isso temos que pensar seriamente como tratar o problema, pois vivemos em sociedade e as consequencias são compartilhadas entre todos nós.

A Dilma ou José Serra qualquer um dos dois que seja eleito(a)  não tem o poder de mudar isso sozinho(a), precisam de um congresso forte que discuta seriamente o problema e suas consequencias para a sociedade.

O que não podemos fazer é deixar que nossas crenças e nossas opiniões pessoais prejudiquem um debate sério sobre o tema. Ou vamos fechar os olhos achando que o problema não é nosso? Mas é nosso sim ,qualquer que seja a política adotada pelo governo somos nós que iremos pagar a conta, portanto, temos que pensar sim, nesse assunto de forma ampla, discutindo as reais consequencias para a sociedade. Independente das nossas opiniões, religião ou crença o aborto é hoje no Brasil um problema sério de saúde pública. E todos nós estamos pagando essa conta e suas consequências.

Vale lembrar que a legalização ou não do aborto não está ligada ao aumento ou diminuição do índice, mas acredito que com informações adequadas e políticas públicas corretas vai fazer com a mortandade diminua. Temos que pensar no todo e não em nós mesmas, vivemos em sociedade e temos que encarar o problema de frente para o bem de todos.

Minha idéia aqui não é dizer se sou a favor ou contra a legalização do aborto e sim, fazer o contraponto, mostrar os dois lados e deixar você leitor refletir, sem preconceito, mas de forma crítica pela razão e não pela emoção.

 

ABORTO – Pouco debate e muita urgência

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/01102010/11/entretenimento-aborto-debate-urgencia.html

(BR Press) – Cinco milhões de mulheres já fizeram aborto ilegal no Brasil. São mulheres comuns, ao contrário de toda a "demonização" e desinformação sobre o tema que, sistematicamente, ronda o pouco ou nenhum debate em torno dele – especialmente em tempo de eleições. O fato é que uma em cada sete mulheres entre 18 e 39 anos, segundo dados do primeiro levantamento sobre o tema no país, feito pela Universidade de Brasília (UnB), em 2009, já fizeram aborto.

Outro mito, o de que "a religião não permite" o aborto, também cai por terra com a pesquisa: 65% destas mulheres são católicas. São ainda predominantemente casadas (64%) e 81% são mães. Ao contrário do que afirma a candidata à  presidência líder nas pequisas, Dilma Rousseff ("a maioria das mulheres que fazem aborto são pobres"), não há interferência de classe social no ato: 23% ganham até um salário mínimo, 31% de um a dois, 35% de dois a cinco e 11% mais de cinco.

Das 2.002 entrevistadas no estudo da UnB, 15% declararam que já fizeram pelo menos um aborto. Projetado sobre a população feminina do país nessa faixa etária, que é de 35,6 milhões, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse número representaria 5,3 milhões de mulheres. Pelo Código Penal brasileiro, todas enfrentariam pena de detenção de um a três anos, pois o aborto é permitido somente em casos de estupro e gravidez que coloque em risco a vida da gestante.  

Porém, não são os números que se destacam neste cenário, mas sim suas consequências. "É certo que não se trata de um tema fácil: é espinhoso, é polêmico, é tabu. Mas é preciso encará-lo de frente e encarar os dados apresentados pelas mais recentes pesquisas, sobre a realidade brasileira: estima-se que, anualmente, mais de um milhão de brasileiras induzam o aborto e 250 mil mulheres procurem o Sistema Único de Saúde (SUS), vítimas de complicações decorrentes de abortos inseguros, uma das principais causas de mortalidade materna no país", afirma a Dra. Maíra Fernandes, presidente da Comissão de Bioética e Biodireito da OAB-RJ.

Até o estudo da UnB, as estatísticas disponíveis sobre aborto no Brasil eram somente as relacionadas a curetagens feitas nos hospitais públicos – uma média de 220 mil nos últimos sete anos.

Desafios

Encarar o polêmico tema, que envolve fortes aspectos religiosos, morais e legislativos, além de operacional no âmbito da saúde pública, é um dos desafios na sociedade brasileira – que, como os presidenciáveis, tende a não debatê-lo.

"Para se discutir seriamente a questão do aborto no Brasil é necessário que se saia da falsa polarização entre ser ‘contra’ ou ‘favorável’. Ninguém é favorável ao aborto. Os que defendem a descriminalização apontam que, mesmo com a lei punitiva, as mulheres não deixam de recorrer ao aborto quando necessário. Só elas sabem das suas necessidades e só elas vêm sofrendo o impacto por essa decisão", diz o Prof. Dr. Maurílio Castro de Matos, autor do livro A Criminalização do Aborto em Questão (Editora Almedina, 112 págs., R$ 37,90), professor da Faculdade de Serviço Social da UERJ e assistente social do SUS em Duque de Caxias (RJ).

Presidenciáveis

Em ano eleitoral, o tema fez parte de debates mais institucionais e quase nunca em rede nacional. Os questionamentos aos principais candidatos à presidência da República Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV), que evitaram aprofundar a discussão sobre o assunto, mostram que o aborto está longe de uma abordagem séria pelo poder público no Brasil.

A exemplo do que pensa o candidato José Serra, a descriminalização do aborto promoveria uma "carnificina" no Sistema Único de Saúde (SUS). "Dificultaria o trabalho de prevenção, como no caso da gravidez na adolescência, que é um assunto muito grave. Vai ter gravidez para todo o lado porque a mulher vai para o Sistema Único de Saúde e faz o aborto", disse.  (Serra legislou a favor do aborto: igrejas, o pau que bate em Chico tem que bater em Francisco!)

"Eu não acredito que tenha uma mulher que seja favorável ao aborto", declarou, sem medo de errar, a candidata Dilma Rousseff, quando perguntada por uma internauta no debate Folha/UOL. Será? Qual seria o resultado de um plebiscito, como propõe Marina Silva e como foi feito em Portugal em 2007? Marina, que afirma ser pessoalmente contrária ao aborto por razões religiosas, acusou Rousseff de mudar de opinião para conseguir votos. "Eu não faço discurso de conveniência. A ministra Dilma já disse que era a favor e depois mudou de posição. Não acho que em temas como esse se deva fazer um discurso uma hora de uma forma e outra hora de outra só para agradar o eleitor", alfinetou. (Veja o pensa Dilma sobre o aborto)

Apesar da surpreendente revelação da pesquisa da UnB, um dos aspectos que trava o debate no Brasil é questão religiosa. O país enfrenta forte oposição ao aborto por parte da Igreja Católica (religião de 64% dos brasileiros) e Evangélica (20%), capazes de influenciar a opinião pública. No entanto, há exemplos de países que colocaram de lado suas crenças para se propor a discutir o assunto. Caso de Portugal, fortemente ligado aos valores cristãos, que realizou plebiscito descriminalizando o aborto até a décima semana de gestação a pedido da mulher.

Lei para todos

"A questão é que esses argumentos vêm sendo reiteradamente desqualificados em nome dos preceitos das religiões. O Estado brasileiro é laico e deve proteger todos os seus cidadãos", afirma Matos. "O legislador deve legislar para todos. Precisamos construir um país que respeite as diferenças. Descriminalizar o aborto não significa impor essa possibilidade para todas as mulheres, as que foram contra continuarão sem recorrer ao aborto quando necessário".

Porém, segundo a advogada Maíra Fernandes, é preciso deixar claro alguns aspectos que envolvem uma possível descriminalização do aborto. "Quando afirmo que o aborto deve ser legalizado, refiro-me à necessidade de regulamentação da matéria, permitindo-se a prática do aborto, por exemplo, desde que por expressa vontade da gestante, praticada por médico habilitado e no trimestre inicial de gestação", explica.

Os altos índices de abortos ilegais realizados no país levantam a dúvida se a legislação punitiva atual é a melhor solução para enfrentar o problema ou se o tema deveria ser tratado como caso de saúde pública. Afinal, os procedimentos abortivos, muitas vezes, são realizados de forma precária, acarretando problemas para as mulheres como infertilidade ou até mesmo morte, além de enormes custos para o Sistema Público de Saúde (SUS), onde são tratadas a maioria das complicações.

Porém, o medo de que a legalização aumente drasticamente o número de abortos também é um aspecto muito abordado – vide o discurso do candidato José Serra. Para Maíra Fernandes, essa afirmação não tem base. "Em nenhum país em que foi legalizado o aborto houve um aumento significativo de sua prática. É claro que, em um primeiro momento, os números aparecem, saem da clandestinidade, tornam-se oficiais, mas isso não significa aumento de abortos", argumenta. "A legalização, ao contrário, pode evitar a realização de muitas interrupções da gravidez, na medida em que a alteração da lei venha acrescida de inúmeras medidas governamentais, de políticas públicas, de atuação de assistentes sociais e psicólogos".

O que fazer

Para o Ministério da Saúde, o assunto deve ser tratado como saúde pública e, por meio do SUS, criou, em 2004, a Norma Técnica de Atenção Humanizada ao Abortamento, para garantir o direito constitucional da mulher em processo de abortamento ao atendimento médico. Além de qualificar profissionais de todo o país e abordar questões importantes para melhorar o quadro no país, como assistência durante o parto e planejamento familiar.

"Para uma discussão sobre a mudança da lei no Brasil, temos que  juntar quatro argumentos: o grave problema de saúde pública; a autonomia da mulher e o respeito, num Estado laico, à diferença; a diferenciação das fases de gestação (diferenciar embrião e feto de vida humana); e saber se população brasileira quer realmente que as mulheres que realizam o aborto sejam presas", defende Maurílio Castro de Matos. E isso só é possível com um plebiscito.

(Gabriel Bonis e Maria Cristina Miguez/ Especial para BR Press)

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  1. Natasha permalink
    4 de Outubro de 2010 15:32

    VAMOS PASSAR ESSA CORRENTE DE E-MAILS:

    O candidato a presidente José Serra usou de mentiras e calúnias cruéis para não eleger a candidata do melhor governo da história já no primeiro turno destas eleições, você votaria num candidato desesperado, que faz tudo de baixo e sem ética para ter o poder nas mãos? Veja as mentiras e o fato usados por Serra nesta campanha:
    Dilma teria dito “Nem mesmo Cristo querendo, me tira essa vitória” esta frase supostamente foi dita por ela em uma entrevista no Estado de Minas Gerais, mas em momento algum sabemos QUEM é a(o) jornalista, não sabemos AONDE teria sido feita esta entrevista e nem QUANDO. É apenas mais uma calunia enviada naquelas estúpidas correntinhas de e-mails, aonde as pessoas estão tão desesperadas para que a Dilma perca que sequer checam as fontes das informações que estão passando, sem nem se preocupar se o que eles falam é verdade ou mentira.
    Afirmaram que Dilma legalizaria o aborto, Dilma possui uma opinião polêmica a esse assunto, mas NUNCA afirmou que como presidenta permitiria esta prática, no entanto José Serra enquanto Ministro da Saúde autorizou a PRÁTICA DO ABORTO e levou o projeto de Lei no Senado n° 78/1993 que cancelaria a criminalização e punição do aborto. Portanto com verdades e fatos irrefutáveis José Serra já liberou o aborto. Mas ao ver que grande parte da população é contra a descriminalização do aborto e que grandes lideres religiosos que tem o poder de manipular o voto do povo são contra a descriminalização do aborto, Serra rapidamente mudou o discurso. Sim, esse é o José Serra, alguém que é capaz de ir contra tudo o que defendia para poder ganhar a eleição. Como confiar num homem desses para comandar nossa nação? Um presidente precisa ter palavra.
    O Senhor José Serra usa de calúnias cruéis com Dilma assim como fez com Lula em 2002 (quem não se lembra da Regina Duarte?), as baixarias não têm limite para este senhor que apelou para a religião e a boa fé dos cristãos para caluniar uma mulher que sempre teve o compromisso com a democracia brasileira. Disseram que Lula iria até fechar as igrejas e dizem o mesmo com Dilma, mas no Lula o que vimos foi mais liberdade religiosa. Serra usa do MEDO para conseguir o poder.

    VEJA AS VERDADES DO GOVERNO LULA E DA MINISTRA DILMA:

    • DILMA E LULA TIRARAM 24.000.000 DE BRASILEIROS DA POBREZA, RECORDE MUNDIAL EM COMBATE A POBREZA.
    • 31.000.000 DE PESSOAS SE TORNARAM CLASSE MÉDIA NO BRASIL.
    • O BRASIL PAGOU SUA DÍVIDA COM O FMI, O FMI ANTES IMPEDIA O CRESCIMENTO DO BRASIL, HOJE É O BRASIL QUE EMPRESTA DINHEIRO AO FMI.
    • MAIS PESSOAS ESTÃO COMPRANDO PRODUTOS QUE ERAM IMPOSSÍVEIS SE TER ANTES DE LULA E DILMA.
    • DILMA COMANDOU OS PRINCIPAIS PROJETOS DO PRESIDENTE LULA.
    • O BRASIL HOJE É UM PAÍS RESPEITADO NO MUNDO, ALGO IMPOSSÍVEL HÁ ALGUNS ANOS ATRÁS

    NÃO VOTE EM QUE USA DO MEDO E DA MENTIRA PARA TER O QUE QUER.

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