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Sobre o ato contra o golpismo midiático

21 de Setembro de 2010

Fonte:http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/sobre-o-ato-contra-o-golpismo-midiatico#more

Do Blog do Artur Henrique

Golpismo midiático: PSDB tentou barrar circulação da Revista do Brasil e a imprensa não se comoveu

O ato político Contra o Golpismo Midiático e em Defesa da Democracia, que jornalistas e movimentos sociais vão realizar na próxima quinta, dia 23, a partir das 19h no Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, já está incomodando a grande imprensa.

Colunistas já disseram ‑ e repórteres que estão nos entrevistando hoje sobre o tema dirão amanhã – que estamos organizando o ato em função das recentes declarações de Lula contra a imprensa. Outros já disseram que o governo pretende nos usar para atacar a imprensa.

Nada disso.

Primeiro, a organização do ato foi uma iniciativa do Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé, após uma reunião entre alguns de seus integrantes, como Rodrigo Vianna, Altamiro Borges, Luiz Carlos Azenha e Paulo Henrique Amorim. A reunião ocorreu na semana passada, muito antes do comício de Lula em Campinas.

A idéia me foi transmitida no início da semana passada, por telefone, pelo Altamiro. Ele, em nome do Barão de Itararé, estava convidando os movimentos sociais a participar. A CUT topou na hora. Motivo: o ato era para responder às novas baixarias que, já sabíamos, a imprensa certamente iria preparar para a reta final da campanha antes do primeiro turno.

Segundo, o ato não é contra a imprensa. É contra o comportamento golpista de uma certa parte da imprensa, que notadamente está trabalhando de maneira árdua para ajudar a oposição ao governo Lula e à candidatura Dilma. Deixando de lado as regras básicas de apuração, abandonando completamente o princípio da pluralidade e apelando a figuras e valores desrespeitosos aos direitos e avanços sociais.

Por fim, lembro aqui de que os partidos DEM/PSDB entraram com uma ação judicial para impedir a circulação do primeiro número da Revista do Brasil, só pelo fato de trazer Lula como matéria de capa. A revista, hoje consolidada após mais de quatro anos, já saía à época com 360 mil exemplares.

Nesse episódio, a imprensa não se comoveu nem protestou contra um suposto ataque à liberdade de expressão.

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