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A batata de Aécio está assando com fogo-amigo de Serra

10 de Setembro de 2010
Fonte: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com
Em plena campanha eleitoral em Minas, o candidato ao senado Aécio Neves (PSDB/MG), foi à São Paulo, ontem (quinta-feira), fazer uma reunião de emergência com a cúpula tucana.
Na pauta, tratada com discrição, a preocupação com as investigações da Polícia Federal sobre a quebra de sigilo na Receita de tucanos ligados a José Serra (PSDB/SP) envolvidos em escândalos de corrupção no governo FHC, além do sigilo fiscal da filha de Serra.
A tentativa de golpe da campanha de Serra de forjar um falso escândalo sobre um suposto dossiê que seria usado contra ele, e de querer atribuir à Dilma a ação de máfias paulistas que traficam informações sigilosas, foi mal sucedido e foi parar na Polícia Federal, incluindo o livro que Amauri Ribeiro Júnior está concluindo, e material de reportagens que seriam feitas para o jornal aecista "Estado de Minas", onde Amauri trabalhava.
A reunião da cúpula tucana em São Paulo foi para blindar Aécio do que pode estar por vir das investigações da Polícia Federal.
A bala de prata que Serra tentou alvejar Dilma, tomou a direção de Aécio, e pode abater sua candidatura e de seu pupilo Anastasia. Foi esse o motivo da reunião de emergência.
O resultado dessa reunião de ontem parece que já deu o ar da graça nas páginas do jornal "Folha de São Paulo" de hoje, conforme a nota abaixo, com o jornal desmentindo todo o sensacionalismo que vinha fazendo antes a respeito do suposto dossiê. (Com informações do Estadão).

 

Meia verdade de um jornal tucano. A origem do dossiê é resultado de pesquisa na internet

Não sabemos com qual intenção o jornal Diário oficial do PSDB – a Folha, traz hoje informações até curiosa para quem está abertamente fazendo campanha Serra presidente.Claro que a Folha tucana não esqueceu de citar Dilma e PT. Mas, vamos a parte que interessa

Segundo o jornal, o caso do tal dossiê, começou em 2005. Papéis fizeram parte de pedido da liderança do PT para investigação sobre empresa da filha e do genro de José Serra.Ainda segundo a Folha, em matéria para assinante, mas pode ser lida aqui neste clipping de notícias, a tal papelada havia sido utilizada pelo partido em 2005 para solicitar ao Ministério Público a abertura de inquérito sobre uma empresa de Veronica Serra e do marido, Alexandre Bourgeois.

A Folha diz que teve acesso a cerca de cem páginas do dossiê sobre Veronica. É o resultado de pesquisa em cartórios de registros de documentos, na Junta Comercial de São Paulo e em sites na internet.E, não há nesse lote de papéis indício de quebra de sigilo bancário ou fiscal.

O material é idêntico ao que o partido havia encaminhado cinco anos antes ao Ministério Público estadual e à Procuradoria da República de São Paulo.

O pedido de abertura de inquérito foi uma iniciativa do então líder da bancada petista na Assembleia Legislativa, Cândido Vaccarezza. Hoje ele é deputado federal, líder do governo na Câmara e apontado como um dos favoritos a ocupar a presidência da Casa a partir de 2011.

Em junho de 2005, Vaccarezza chegou a propor uma CPI na Assembleia para investigar uma suspeita levantada pelo PT de que a empresa de Veronica e do marido havia sido favorecida em leilões na CPTM (companhia de trens), no Metrô e na Sabesp (empresa de saneamento).

As apurações do PT a respeito de Veronica começaram logo após o primeiro turno da eleição para a Prefeitura de São Paulo, em 2004.

Em 2005, a Procuradoria da República paulista abriu procedimento administrativo (investigação prévia presidida por um procurador) para averiguar "crimes contra a ordem tributária e fraude em licitação" desses leilões.

O procedimento deu origem a uma ação judicial, que passou a tramitar na 8ª Vara Federal Criminal paulista.Em 2006, o próprio procurador responsável pelo caso pediu o arquivamento da ação. Veronica e seu marido não chegaram a ser chamados nem acusados de nenhuma irregularidade.O caso foi arquivado na Justiça Federal e no Ministério Público em 2008.

O jornal foi ouvir o outro lado…

A liderança do PT na Assembleia disse à Folha que agiu dentro da lei e com o propósito de fiscalizar o uso de dinheiro público, tarefa do Legislativo.Em notas à imprensa e declarações de seu presidente, José Eduardo Dutra, o PT tem afirmado que o partido e a coordenação da campanha de Dilma "não autorizaram, orientaram, encomendaram, solicitaram ou tomaram conhecimento" de dossiês.

Procurada para comentar as investigações realizadas pelo PT-SP acerca da empresa de Veronica, a assessoria da campanha de Serra soltou uma nota: "As especulações da reportagem dão curso às tentativas do PT de jogar lama na campanha na família do candidato José Serra".

"Trata-se da prática de construir dossiês fajutos com informações falsas e insinuações criminosas. Não cabe nenhum comentário a não ser veemente repúdio a quem fez e a quem está divulgando baixarias", diz o texto.

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