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Porque voto na Dilma e como FHC se transformou no Príncipe dos Podres

20 de Julho de 2010

Vou contar um pouca da minha história pessoal para que fique claro porque voto na Dilma e na continuidade do Governo Lula. Quando o Príncipe dos Podres, FHC, que transformou o Brasil no país de pobres e miseráveis, assumiu a presidência em 1995 entrei na faculdade de comunicação e comecei a trabalhar para custear a cara mensalidade.

Cheia de esperança imaginava que assim que me formasse as coisas melhorariam, pois teria um diploma na mão e alguma experiência de trabalho, porém as coisas não aconteceram dessa maneira.

Durante o período da faculdade fiquei desempregada durante 2 anos, fazia alguns “bicos” e renegociava a dívida das mensalidades atrasadas, mas com muito esforço, e ajuda da minha família,  finalmente consegui me formar. Em 1999 conclui o curso e pensei que as coisas iriam ser melhores, porém com diploma debaixo do braço, novamente enfrentei mais 1 ano de desemprego.

A desesperança e a frustação tomaram conta de mim. O que poderia esperar do futuro? Como uma pessoa jovem ficava sem trabalho tanto tempo? Do que adiantou tanto esforço e investimento? Durante os anos da faculdade o desemprego batia récorde, muitos jovens como eu estavam sem esperança, sem emprego e sem visão do futuro. O FHC como Príncipe dos Podres  estava conseguindo afundar o país e os brasileiros.  Mas a esperança veio com a eleição do Lula, lembro-me de estar na Av. Paulista quando o metalúrgico analfabeto subiu no palanque e falou pela primeira vez ao povo, como presidente eleito democraticamente. Todos nos abraçamos e choramos emocionados pela conquista do povo brasileiro e por ter certeza que estávamos finalmente vivendo em uma democracia.

Confesso que tivemos medo do Lula não conseguir terminar o seu primeiro mandato, porém com diplomacia e democracria, Lula começou a arrumar a casa e superou todas as tentativas de golpes armadas pela mídia e pela direita brasileira.

Pouco depois arrumei emprego. Nunca mais fiquei desempregada. O segundo mandato do Lula veio e as coisar melhoram mais ainda. O salário melhorou e eu agora acredito no Brasil e tenho orgulho do meu país.

Período negro para o Brasil.

O fato é que de 1995 a 2002, durante o governo FHC (PSDB) o país viveu um grande período de estagnação. Não havia emprego, a classe média foi aniquilada e os pobres estavam mais pobres.

Voto em Dilma e na continuidade do crescimento do Brasil

Contra números não há argumentos – para o Brasil não esquecer seu passado e pensar no futuro

DADOS DO GOVERNO F H C L U L A
RISCO BRASIL 2.700 PONTOS 200 PONTOS
SALÁRIO MÍNIMO 78 DÓLARES 210 DÓLARES
DÓLAR R$ 3,00 R$ 1,78
DÍVIDA FMI NÃO MEXEU PAGOU
INDUSTRIA NAVAL NÃO MEXEU RECONSTRUIU
UNIVERSIDADES NOVAS NENHUMA 10
EXTENSÕES UNIVERSITÁRIAS NENHUMA 45
ESCOLAS TÉCNICAS NENHUMA 214
VALORES E RESERVAS DO TESOURO NACIONAL 185 BILHÕES DE DÓLARES NEGATIVOS 160 BILHÕES DE DÓLARES POSITIVOS
CRÉDITOS PARA O POVO – PIB 14% 34%
ESTRADAS DE FERRO NENHUMA 03 (EM construção)
ESTRADAS RODOVIÁRIAS 90% DANIFICADAS 70% RECUPERADAS
INDUSTRIA AUTOMOBILÍSTICA EM BAIXA 20% EM ALTA 30%
CRISES INTERNACIONAIS 04 ARRASANDO O PAÍS NENHUMA PELAS RESERVAS ACUMULADAS
CÂMBIO FIXO: ESTOURANDO O TESOURO NACIONAL FLUTUTANTE: COM LIGEIRAS
INTERVENÇÕES DO BC
TAXA DE JUROS SELIC 27% 11%
MOBILIDADE SOCIAL 2 MILHÕES DE PESSOAS SAÍRAM DA LINHA DE POBREZA 23 MILHÕES DE PESSOAS SAÍRAM DA LINHA DE POBREZA
EMPREGOS 780 MIL EMPREGOS 11 MILHÕES DE EMPREGOS
INVESTIMENTOS EM INFRAESTRURA NENHUM 504 BILHÕES DE REAIS PREVISTOS ATÉ 2010
POLICIA FEDERAL 80 PRISÕES 2.750 PRISÕES
ROMBO NO ESTADO BRASILEIRO 30 BILHÕES (ou mais) NAS PRIVATIZAÇÕES 200 MILHÕES DE REAIS PELOS MENSALEIROS
MERCADO INTERNACIONAL SEM CRÉDITO PARA COMPRAR UMA CAIXA DE FÓSFORO Investimentos em alta
ECONOMIA INTERNA ESTAGNAÇÃO TOTAL COM DESINFLAÇÃO INERCIAL INCLUSÃO DE CONSUMIDORES E SURGIMENTO DE INVESTIDORES
REFORMAS POLÍTICA, ADMINISTRATIVA, TRIBUTÁRIA NENHUMA NENHUMA
     
     

Abaixo post atualizado com contribuições de http://www.paulohenriqueamorim.com.br

Quer mais motivos para votar na Dilma? Então vamos lá! 

Dados extraídos do artigo Re-visões do desenvolvimento http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16797

A taxa de crescimento esperada do investimento (público + privado) em 2010 é de mais de 18%. O investimento público, considerados os gastos feitos pela União e pelas estatais federais, alcançará mais de 3% do PIB este ano.

O Príncipe dos Pobres (FHC) teria de governar o Brasil por aproximadamente 14 anos para fazer o crescimento que o presidente Lula fez em oito anos, ou seja, somente teríamos em 2016 o PIB que vamos alcançar ao final de 2010 se o país tivesse sido governado pelo PSDB desde 1995.

O crédito se ampliou drasticamente na economia brasileira nos últimos anos. Em 2003, representava menos que 23% do PIB. Em 2009, alcançou mais de 46% do PIB.

A inflação do período 1995-2003 resultava exatamente da fraqueza externa da economia brasileira. Crises desvalorizavam abruptamente a taxa de câmbio que transmitia uma pressão altista para os preços. Ademais, nesse período os preços administrados subiam a uma velocidade que era o dobro da velocidade dos preços livres.

Diferentemente, a inflação dos dias de hoje é causada por pressões pontuais. Entretanto, cabe ser ressaltado que esse tipo específico de inflação se incorporou à economia brasileira devido ao tipo de crescimento que o modelo adotou. Um crescimento com forte distribuição da renda provoca necessariamente aumento acentuado das compras de bebidas e alimentos.

A dívida líquida do setor público, como proporção do PIB, cresceu de uma média, por ano, no primeiro mandato do presidente FHC de 32,3% para 50,7% no seu segundo governo.

A média esperada dessa relação no segundo mandato do presidente Lula é de 42,7%. A dívida externa foi anulada e a dívida interna dolarizada, zerada.

As reservas internacionais que auxiliam na redução da vulnerabilidade externa, hoje, estão em patamar superior a US$ 250 bilhões. No seu segundo mandato, o presidente FHC matinha acumulado em média um montante inferior a US$ 36 bilhões.

Os objetivos socioeconômicos
O crescimento alcançado nos últimos anos tem uma evidente característica de maior qualidade social.

Nos oito anos correspondentes aos governos de FHC foram criados somente 1.260.000 empregos com carteira assinada.

O governo Lula terá criado de 2003 ao final de 2010 mais que 10.500.000 empregos.

Portanto, FHC teria de governar o Brasil por 64 anos (prestem atenção!) para atingir a marca do presidente Lula, ou seja, o PSDB teria de governar o Brasil de 1995 a 2058 para que pudesse criar a mesma quantidade de empregos com carteira criados com a implementação do projeto de desenvolvimento do presidente Lula.

Política de recuperação do salário mínimo, além da política de ampliação do crédito, tem sido decisiva para democratizar o acesso ao mercado de bens de consumo. O presidente FHC teria de governar o Brasil por mais 12 anos para alcançar o patamar de recuperação atingido pelo presidente Lula para o SM, ou seja, somente em 2015 o trabalhador receberia o salário mínimo que recebe hoje se o Brasil tivesse sido governado pelo PSDB desde 1995.

Em paralelo à criação de empregos com carteira assinada e à política de recuperação do salário mínimo, a ampliação da cobertura e do valor dos benefícios pagos pelo Sistema de Seguridade Social deve ser considerada decisiva dentro do projeto desenvolvimentista.

Em média por mês, durante os dois mandatos do presidente FHC, foram pagos 18 milhões de benefícios.  Durante o governo Lula, de 2003 a 2009 foram pagos, em média, mais que 24 milhões de benefícios por mês.

O valor dos benéficos no segundo mandato do presidente Lula é, em média, 36% maior em termos reais do que era no primeiro mandato do presidente FHC.

O Sistema de Seguridade Social brasileiro é um importante elemento que promove crescimento com desenvolvimento porque, por um lado, reduz vulnerabilidades e desigualdades sociais e, por outro, injeta recursos na economia que se transformam diretamente em consumo. Aquele que recebe um benefício previdenciário ou social gasta quase tudo o que recebe imediatamente, gerando consumo, empregos, produção e investimentos.

Em 1995, o montante monetário dos benefícios emitidos ao longo do ano foi de aproximadamente R$ 80 bilhões; em 2009, esse montante alcançou mais que R$ 319 bilhões (ambos os valores corrigidos de acordo com o INPC para os dias de hoje).

Nos cálculos referidos anteriormente não estão incluídos os pagamentos feitos pelo programa Bolsa Família, que tem orçamento muito inferior ao Sistema de Seguridade Social. Esse programa precisa ser ampliado para se tornar um elemento mais poderoso do projeto de desenvolvimento.

Bolsa Família:

Em 2009, alcançou 12,4 milhões de famílias que foram beneficiadas com R$ 12,4 bilhões, o que equivale a dizer que cada família recebeu aproximadamente R$ 83,00 por mês. (Um comentário meu:  tem gente que acha que quem ganha Bolsa Família é vagabundo e pode deixar de trabalhar, tem que se entender que a fome mata e não dá para esperar e quem normalmente recebe esse benefício está abaixo da linha de pobresa e precisa ter o primeiro “empurrão” para buscar uma oportunidade de trabalho e sair da pobresa).

A ampliação do Bolsa Família não pode ser oposta à política de fortalecimento do Sistema de Seguridade Social, que engloba a assistência social (aos idosos e aos deficientes pobres) e o sistema de previdência (que emite aposentadorias, pensões etc.). Os miseráveis, os pobres, a classe média e toda a sociedade brasileira precisam de ambos.

Somente para aqueles que pensam que é possível haver desenvolvimento sem crescimento (ou que desenvolvimento é sinônimo apenas de redução de desigualdades de renda) é que um real a mais para o Sistema de Seguridade Social poderia representar um real a menos para o programa Bolsa Família. São os mesmos que opõem os idosos às crianças, o ensino fundamental ao ensino universitário, o setor público ao privado, a regulação econômica às liberdades democráticas e o Estado ao mercado.

 

Na escassez de crescimento que predominou durante os governos do (ex-presidente) FHC, apresentavam sempre a solução deveras conhecida: “focalizar nos mais necessitados” por meio dos serviços do terceiro setor (ONGs), já que o Estado é considerado ineficiente, e mediante as doações de empresas que demonstram “responsabilidade social”.

Os ideólogos da área social da era FHC estavam errados. A experiência recente de desenvolvimento tem mostrado que o aumento do salário mínimo, o fortalecimento do Sistema de Seguridade Social e a ampliação do Bolsa Família conformam um tripé essencial de redução da miséria, da pobreza e das vulnerabilidades sociais, por um lado, e de impulso ao crescimento econômico baseado no mercado doméstico com redução de desigualdades, por outro.

Resultado que deve ser enfatizado
A proporção que os salários ocupam no PIB – ou a distribuição funcional da renda entre trabalhadores e detentores das rendas do capital – é um elemento importante para a avaliação da qualidade social da dinâmica econômica. Esse elemento avalia a capacidade de compra de serviços e bens por parte de cada segmento social produtivo; avalia, portanto, o grau de democratização do acesso ao mercado de bens e serviços.

Desde 1995 até 2004, houve um contínuo processo de redução da massa salarial em relação ao PIB. Em 1995, era de 35,2%, em 2004, alcançou o seu pior nível histórico, 30,8%. A partir de então, houve um nítido processo de recuperação. Ao final de 2009, retornou para o patamar de 1995.

Voto na Dima porque não quero retrocesso. O que está em jogo é o futuro do Brasil e queremos mais conquistas e melhorias no nosso país. Não podemos deixar o PSDB (José Serra) governar Brasil novamente.

Não se trata de conditato mais preparado e sim da forma de governar o país. Das políticas adotadas por cada um dos partidos. Dos objetivos alcançados por cada um dos governos. Já esperimentamos a forma de governar do PSDB e do PT. Agora é hora de comparar, pois  as duas formas de governos foram testadas.

Para mim PSDB (Serra/ Índio) nunca mais!!!!!!!!!

One Comment leave one →
  1. Luan permalink
    30 de Maio de 2011 1:12

    vai se fuder
    se vc ainda acessa essa merda me responde estamos no 6º mês de mandato da sua querida Dilminha e o que ela vez? Em?
    desde já eu te respondo porra nem uma!!!
    a me esqueci deu uma festinha pro Obama me desculpe mesmo por eu ter esquecido esse feito histórico do Obama no Brasil grande merda esse Obama aposto que veio ver se tá fácil ou difícil roubar nosso petróleo vai0 da o cúh

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